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Dia Internacional da Mulher: Contra o feminicídio, o Grupo Cene também veste Preto

Dia Internacional da Mulher: Contra o feminicídio, o Grupo Cene também veste Preto

O Dia Internacional da Mulher, que deve ser uma data de homenagens, valorização e comemoração de conquistas da Mulher, este ano será uma data de mobilização contra o feminicídio em São José do Rio Preto, e, o Grupo Cene, que assinou em Cartagena na Colômbia um compromisso com a ONU de por fim a violência contra a Mulher na América Latina e Caribe até 2030, apoia e participa no fortalecimento dessa causa.

Um trabalho em conjunto do Conselho Municipal de Defesa da Mulher (CMDM), Secretaria dos Direitos e Políticas para Mulheres, Pessoa com Deficiência, Raça e Etnia, Grupo Cene e muitos outros Coletivos, realiza a campanha “08 de Março contra o Feminicídio – Vista-se de preto!”

É um protesto que tem o objetivo de provocar discussão sobre a violência contra a mulher. Todos são chamados a participar. Reúna seus amigos, familiares, colegas de trabalho e faça parte dessa iniciativa.

O feminicídio é um crime comum em sociedades machistas, como a brasileira, motivado por ódio, desprezo ou sentimento de perda do controle e da propriedade sobre as mulheres. Ele é o ponto mais trágico da violência contra a mulher.

As estatísticas são assustadoras, já que apontam que a cada duas horas uma mulher é morta no Brasil, sendo que em 2016, 4.645 foram assassinadas. Em São José do Rio Preto, 11 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2018, um número cinco vezes maior que o registrado em 2017.

Brasil

Segundo informações da Agência Brasil, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pontuou, no início de fevereiro, que apenas em 2019 ao menos 126 mulheres foram mortas no Brasil, além de outras 67 tentativas de feminicídio.

Conforme levantamento da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), a cada dez feminicídios cometidos em 23 países da América Latina e Caribe em 2017, quatro ocorreram no Brasil. Naquele ano, ao menos 2.795 mulheres foram assassinadas na região. Desse total, 1.133 foram no Brasil.

Já o Atlas da Violência 2018, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontou uma possível relação entre machismo e racismo, assinalando que a taxa de assassinatos que vitimaram mulheres negras cresceu 15,4% na década encerrada em 2016. Ao todo, a média nacional, no período, foi de 4,5 assassinatos a cada 100 mil mulheres, sendo que a de mulheres negras foi de 5,3 e a de mulheres não negras foi de 3,1.

Vista-se de preto, coloque camisa, blusa, lenço ou laço na cor preta

Fotografe a adesão do seu grupo e compartilhe nas redes sociais. Não esqueça de usar as hashtags #feminicidio #8demarço #riopreto #8demarçoriopreto#8demarçorp #disque180 #riopretocontraofeminicídio #combinamosnãomorrer
#riopretomulheres #mulheresriopreto #violenciacontramulher

Nosso Compromisso com a ONU na agenda do desenvolvimento sustentável, assim como, do princípio que rege a agenda de “Não deixar ninguém para trás”. Mulheres, raça-etnia, pessoas com deficiência, LGBT, entre outras. Usar as hashtags #DiaDasMulheres, #8M, #GanhaGanha, #WEPs, #IWD e #BalanceForBetter

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