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Doar sangue salva vidas. Não existe qualquer composto que o substitua

Doar sangue pode, literalmente, salvar a vida de outra pessoa. Pacientes que sofrem de doenças graves, como anemia grave, distúrbios de coagulação, câncer, doenças do sangue ou que passaram por cirurgias ou acidentes traumáticos, frequentemente dependem de transfusões sanguíneas para sobreviver. Apesar dos avanços na medicina, não existe um substituto sintético para o sangue
humano. Portanto, a doação de sangue é essencial para garantir que haja suprimentos suficientes para atender às necessidades dos pacientes.

Os componentes do sangue têm um prazo de validade limitado. As hemácias, por exemplo, têm uma vida útil de cerca de 42 dias. Portanto, é necessário um fluxo constante de doações para manter os estoques de sangue. A doação de sangue oferece uma oportunidade tangível de fazer uma diferença positiva na vida de outra pessoa. Cada doação pode beneficiar várias pessoas, proporcionando conforto, esperança e uma segunda chance de vida. Falar em doação de sangue é um ato de solidariedade e apoio à comunidade, podendo
unir pessoas de diferentes origens e culturas em um esforço comum para ajudar quem passa por momentos de necessidade.
Portanto, doar sangue é um ato altruístico e generoso que pode ter um impacto direto e significativo na vida de outras pessoas, muitas vezes desconhecidas.

Quem pode doar sangue?

Embora cada hemocentro possa ter suas particularidades, existem algumas orientações
gerais sobre quem pode doar sangue.
Veja se você se enquadra e, neste caso, se ainda não é um doador, pode começar a
praticar esse ato agora mesmo.

– Os doadores devem estar em boa saúde no momento da doação. Isso significa não ter sintomas de infecções, como febre, tosse ou dor de garganta.
– A idade mínima para doar sangue é geralmente de 16 a 18 anos. Alguns lugares podem ter requisitos adicionais para doadores mais velhos.
– Os doadores, geralmente, devem pesar acima de 50 quilos, e atender a certos requisitos de altura para garantir que possam tolerar a retirada segura de sangue.
– Os doadores devem ter um estilo de vida saudável, sem comportamentos de alto risco que possam comprometer a segurança do sangue doado, como uso de drogas intravenosas ou comportamento sexual de risco.

Quando se pensa na frequência que se pode doar sangue, de forma geral, os homens podem doar sangue a cada 12 semanas (três meses) e as mulheres a cada 16 semanas (quatro meses).
Algumas pessoas podem doar sangue total, enquanto outras doam componentes específicos, como plaquetas ou plasma. O intervalo entre essas doações pode variar.
As doações de plaquetas podem ser feitas com mais frequência do que as doações de sangue total, muitas vezes em intervalos de uma ou duas semanas, devido à rápida recuperação do corpo.
As doações de plasma podem ser feitas a cada duas semanas.
Lembre-se sempre de consultar as regras usadas no hemocentro que você fará a doação, assim poderá se organizar para seguir as diretrizes usadas pelo local.

Quando não doar sangue?

Existem algumas contraindicações temporárias e permanentes à doação de sangue, entre
elas estão:

Quando a pessoa está com a saúde debilitada, sendo que em casos de infecções virais, por exemplo, basta esperar que a recuperação total para doar.
Após a realização de cirurgias ou procedimentos invasivos, é necessário aguardar um período de recuperação antes de doar sangue. Feridas abertas ou pontos também podem ser uma contraindicação temporária.
Mulheres grávidas ou que tenham dado à luz recentemente devem esperar um certo período de tempo após o parto antes de doar sangue.
Em alguns casos, se você recebeu uma transfusão sanguínea recentemente, pode haver um período de espera antes que você possa doar sangue.
Dependendo da política local, viagens recentes para áreas endêmicas de doenças infecciosas, como malária, podem ser uma contraindicação temporária à doação de sangue.
Após a realização de tatuagens ou piercings, pode ser necessário esperar um período de tempo antes de doar sangue.
Além de algumas contraindicações permanentes:
Algumas condições médicas, como HIV/AIDS, hepatite B ou C, sífilis e outras doenças infecciosas crônicas, são contraindicações permanentes à doação de sangue.
Se a pessoa faz uso de drogas intravenosas, devido ao risco aumentado de infecções transmitidas pelo sangue.
Histórico de câncer, dependendo do tipo e estágio da doença.
Algumas condições médicas, como anemia falciforme, talassemia maior e outras doenças do sangue, podem ser contraindicações permanentes à doação de sangue.

A dica é: antes de doar sangue, é sempre recomendável consultar um profissional de
saúde para garantir que você atenda a todos os critérios de elegibilidade e esclarecer
quaisquer dúvidas ou preocupações que possa ter.

Entenda o processo no dia da doação de sangue:
Para quem nunca doou sangue, veja como é o processo no dia da doação.

1. Ao chegar ao local de doação de sangue, a pessoa irá preencher um formulário com informações básicas sobre sua saúde, histórico médico e estilo de vida.
2. Em seguida, a pessoa passará por uma triagem inicial, onde será feita uma entrevista para determinar sua elegibilidade para doar sangue.
3. Um profissional de saúde verificará os sinais vitais do possível doador, incluindo a pressão arterial, frequência cardíaca, temperatura corporal e níveis de hemoglobina.
4. Durante a entrevista de triagem, será questionado o histórico médico, viagens recentes, medicamentos que está tomando e outras informações relevantes para determinar a elegibilidade para doar sangue.
5. Antes da doação de sangue, a pessoa deverá ler e assinar um formulário de consentimento informado, confirmando que entende os riscos e benefícios da doação de sangue e concorda em doar voluntariamente.
6. Sendo considerado elegível para doação, a pessoa será encaminhada para uma área específica de doação, onde um profissional de saúde limpará o local de doação (geralmente o braço) com um desinfetante e fará uma punção na veia para coletar o sangue
7. O sangue é coletado em bolsas estéreis e descartáveis, geralmente através de um equipamento especializado que mantém a esterilidade do processo.
8. Após a doação de sangue, o doador será instruído a descansar por alguns minutos e beber líquidos para ajudar na recuperação. Algumas pessoas podem se sentir um pouco tontas ou fracas, então é importante se recuperar completamente antes de sair.
9. Muitos locais de doação de sangue oferecem lanches e bebidas para ajudar na recuperação e prevenir a hipoglicemia.
10. Antes de sair, a pessoa receberá instruções sobre o que fazer após a doação, incluindo atividades a evitar, sinais de complicações e quando você pode doar novamente.

Todo sangue doado passa por testes
Todo sangue doado passa por uma série de testes para garantir que seja seguro para
transfusão.
Os testes comuns realizados no sangue doado são:
– HIV – para detectar a presença do vírus da imunodeficiência humana (HIV), que causa a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS).
– Hepatite B e C – vírus que podem causar danos ao fígado.
– Sífilis – detecta a presença da bactéria Treponema pallidum, que causa a doença.
– HTLV – associado a certas doenças do sangue e à leucemia de células T do adulto.
– Testes adicionais para detectar infecções transmitidas pelo sangue, como o vírus da Zika, da hepatite A, do Nilo Ocidental e outros.
– O fator Rh é testado para garantir a compatibilidade com o receptor.
– Em casos de transfusões repetidas ou em pacientes com anticorpos irregulares conhecidos, podem ser realizados testes adicionais para identificar anticorpos específicos que podem reagir com o sangue doado.
– O nível de hemoglobina no sangue doado também pode ser medido para garantir que esteja dentro de faixas aceitáveis para doação.
– Alguns sistemas de triagem incluem testes para detectar a presença de bactérias no sangue doado, a fim de garantir que seja seguro para transfusão.

Fontes – Biblioteca Virtual em Saúde; Fundação Pró-Sangue; Hospital Albert Einstein;
Minha Vida; e Tua Saúde.

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