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Oferecer imunização, através das vacinas, é promover saúde para a população

Investir em imunização é uma estratégia essencial para promover a saúde pública, prevenir doenças e suas complicações, reduzir custos de saúde e proteger a população, especialmente os mais vulneráveis.

A imunização é uma das intervenções médicas mais eficazes e economicamente vantajosas disponíveis, com benefícios que se estendem além da proteção individual para a segurança e bem-estar da comunidade global. Além de proteger as pessoas contra doenças infecciosas graves, a imunização contribui para a erradicação de doenças.

Conheça algumas razões pelas quais a imunização é importante:
– Vacinas protegem indivíduos contra doenças graves e potencialmente fatais, como sarampo, poliomielite, gripe, meningite e muitas outras.
– Quando uma alta porcentagem da população é vacinada, a propagação de doenças infecciosas é controlada, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos médicos.
– Vacinas têm salvado milhões de vidas ao longo dos anos. Doenças que antes causavam alta mortalidade agora são raras ou controladas.
– Muitas doenças infecciosas podem levar a complicações graves. A imunização ajuda a prevenir essas complicações.
– A prevenção de doenças através da imunização reduz significativamente os custos de tratamento e hospitalização.
– A imunização reduz o absenteísmo escolar e laboral, melhorando a produtividade geral da população.
– A vacinação em massa levou à erradicação de doenças como a varíola e tem potencial para erradicar outras, como a poliomielite.
– Vacinas ajudam a controlar surtos e epidemias, protegendo a saúde pública e evitando crises de saúde.
– Vacinas passam por rigorosos testes clínicos e monitoramento contínuo para garantir sua segurança e eficácia.
– Os benefícios da vacinação superam significativamente os riscos, que são geralmente mínimos.
– Vacinas são especialmente importantes para proteger grupos vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com sistemas imunológicos comprometidos.
– Vacinas durante a gravidez podem proteger tanto a mãe quanto o bebê.
– A imunização global é essencial para prevenir a disseminação de doenças em nível mundial e controlar pandemias.
– Programas de vacinação global promovem a cooperação entre países e contribuem para a segurança sanitária internacional.

Para quem as vacinas são indicadas?
A vacinação é essencial para, praticamente, todas as pessoas, desde recém-nascidos até idosos.
Conheça algumas diretrizes gerais sobre quem deve tomar vacinas e quando. Crianças devem seguir o calendário de vacinação recomendado pelos órgãos de saúde, como o Ministério da Saúde no Brasil, sendo:
– Ao nascer – hepatite B.
– Aos dois meses – contra rotavírus, difteria, tétano e coqueluche (DTPa), Haemophilus influenzae tipo b (Hib), poliomielite, pneumocócica conjugada e meningocócica C.
– Aos quatro meses – segunda dose das vacinas recebidas aos dois meses.
– Aos seis meses – terceira dose das vacinas de dois meses (exceto rotavírus e meningocócica C).
– Aos 12 meses: tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), varicela, hepatite A e segunda dose da pneumocócica conjugada e meningocócica C.
– Aos 15 meses – segunda dose da varicela, DTPa, Hib e poliomielite. Adolescentes devem tomar as seguintes vacinas:
– Aos 11-12 anos – meningocócica ACWY, reforço da DTPa, HPV (se não foi vacinado antes).
– Atualizar o calendário vacinal, incluindo Hepatite B, tríplice viral e varicela, caso não tenha sido vacinado antes.

Adultos precisam das seguintes vacinas:
– Reforço do tétano e difteria (dT) a cada 10 anos.
– Hepatite B, se não foram vacinados na infância.
– Vacinas de viagem, dependendo do destino, como febre amarela, tifoide, hepatite A, etc.

Para os idosos as vacinas são:
– Gripe, anualmente.
– Vacina pneumocócica que protege contra pneumonia, meningite e outras infecções pneumocócicas.
– Herpes-zóster, para prevenir a doença e suas complicações.

As gestantes devem receber:
– Vacina contra gripe, em qualquer trimestre da gestação.
– dTpa (difteria, tétano e coqueluche), entre a 27ª e a 36ª semana de gestação para proteger o recém-nascido.

Pessoas com condições médicas especiais devem se vacinar:
– O imunocomprometidos podem precisar de vacinas específicas ou doses adicionais.
– Quem tem doenças crônicas (diabetes, doenças cardíacas, pulmonares, etc.) devem receber pneumocócica e gripe.
Profissionais de Saúde tem vacinas obrigatórias de hepatite B, gripe, tríplice viral, varicela, dTpa, entre outras, dependendo da área de atuação.

Vacinas são seguras
A segurança das vacinas é garantida por um rigoroso processo de desenvolvimento, testes clínicos, aprovação e monitoramento contínuo após a introdução no mercado. Antes de serem administradas ao público, as vacinas passam por anos de pesquisa em laboratório, sendo submetidas a várias fases de ensaios clínicos para avaliar sua segurança e eficácia. Isso inclui testes em milhares de voluntários.
Além disso, as vacinas precisam ser aprovadas por agências reguladoras, como a FDA (Food and Drug Administration) nos EUA, a EMA (Agência Europeia deMedicamentos) na Europa e a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no
Brasil.
Mesmo após sua aprovação, a segurança das vacinas continua a ser monitorada através de sistemas de vigilância, como o VAERS (Vaccine Adverse Event Reporting System) nos EUA.
As vacinas podem causar efeitos colaterais leves, como dor no local da injeção, febre baixa e fadiga, que geralmente desaparecem em poucos dias. Reações adversas graves são extremamente raras. A relação risco-benefício das vacinas é amplamente favorável, com os benefícios superando significativamente os riscos.

A comunidade médica e científica global apoia amplamente a vacinação com base em evidências sólidas de sua segurança e eficácia.
Vacinas salvam vidas Há inúmeros exemplos históricos e contemporâneos que demonstram o impacto
positivo das campanhas de vacinação, onde elas salvam milhares de vidas. Um desses exemplo é a erradicação da varíola, que era uma doença altamente contagiosa e mortal.
Antes da erradicação, a varíola causava milhões de mortes e deixava muitos sobreviventes com cicatrizes permanentes e outras complicações de saúde.
A doença tinha uma taxa de mortalidade de cerca de 30% e não havia tratamento específico disponível.
A primeira vacina contra a varíola foi desenvolvida por Edward Jenner em 1796. Ele usou o vírus da varíola bovina (cowpox) para imunizar as pessoas contra a varíola humana.
Em 1967, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um programa intensivo de erradicação da varíola.
Equipes de vigilância foram estabelecidas globalmente para monitorar casos e responder rapidamente a surtos, garantindo que a vacinação chegasse a todas as áreas afetadas.
Em 1980, a OMS declarou a varíola oficialmente erradicada. A última infecção natural conhecida ocorreu em 1977 na Somália.
Outro exemplo significativo envolve o lançamento da Iniciativa Global de Erradicação da Poliomielite em 1988, onde os casos diminuíram em mais de 99%.
De centenas de milhares de casos anuais, os números caíram para apenas algumas dezenas, em 2023.
A poliomielite foi erradicada das Américas, Europa, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental, graças à vacinação em massa.

Fontes – Biblioteca Virtual em Saúde; Pfizer; Sabin; Instituto Butantan; Jornal da USP;
e Fiocruz.

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