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Doação de Órgãos: uma vida perdida por salvar muitas outras

Ninguém quer perder uma pessoa querida, seja da família, ou não. É dolorido, muitas vezes desesperador, especialmente quando o ente parte de forma súbita, sem que ninguém estivesse esperando. Mas a morte faz parte da vida e a dor pela perda de uma pessoa, pode ser a alegria da continuidade da vida de outra, ou outras, através da doação de órgãos.

Por mais difícil que seja para a família tratar sobre essa possibilidade num momento tão delicado, é um gesto nobre que precisa ser discutido, se possível ainda em vida, uma vez que a legislação no Brasil só permite a doação de órgãos mediante autorização da família.

Doação de Órgãos

Nos últimos anos houve um avanço no número de transplantes, o que se deve às campanhas de conscientização de doação, mas o sistema de saúde nacional possui capacidade de salvar um número bem maior de vidas, caso a família não rejeite a doação.

As técnicas de transplante evoluíram de forma expressiva nas últimas décadas e as chances de sobrevivência do receptor são altíssimas. Por isso, sem se esquecer do luto da perda, é preciso também lembrar que não temos controle sobre a vida, mas podemos dar chance a quem tem.

Se você é a favor da doação de órgãos e, consequentemente, da continuidade da vida, converse com seus familiares e manifeste essa vontade. Milhares de pessoas ainda morrem à espera de um doador de órgão, ou tecido, que são possíveis de serem doados, mas nem sempre chegam a tempo.