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Novembro Azul – Um homem morre a cada 38 minutos de câncer de próstata no Brasil

O penúltimo mês do ano ganhou a denominação de novembro azul, não para divulgar a cor que, no século passado, simbolizava a masculinidade, mas sim para lembrar que para continuar existindo como homem é preciso deixar de lado os preconceitos e não levar a sério as piadinhas dos amigos, porque mesmo eles, um dia também terão que fazer o exame de próstata.

É nessa glândula, responsável pela produção de esperma e que fica abaixo da bexiga, que pode ocorrer o tipo de câncer que mata quase 30% dos homens que desenvolvem câncer no Brasil. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer – INCA, um homem morre a cada 38 minutos no país, vítima de câncer de próstata.

Fatores de risco

É bom saber que todos os homens estão sujeitos ao desenvolvimento da doença, mas pesquisas mostram que existem alguns fatores de maior risco, como: hereditariedade (histórico familiar), pele negra e obesidade.
Como a grande maioria dos tumores, o câncer de próstata também precisa ser descoberto em fase inicial para que as chances de cura do paciente aumentem.
Infelizmente, como a doença não apresenta sintomas em seu início, 95% são diagnosticados em fase avançada, quando os sinais começam a aparecer. Dores ósseas, dores ao urinar, vontade de urinar com mais frequência, presença de sangue ou sêmen na urina são os sintomas mais comuns.

Diagnóstico

A indicação dos médicos é que, a partir dos 45 anos, o homem que está dentro de um dos fatores de risco citados acima, já deve procurar um especialista para fazer os primeiros exames. Quem não está no grupo de risco pode esperar um pouco mais, até os 50 anos, para ir ao urologista fazer o toque retal.
Caso haja alguma suspeita, o médico pode solicitar outros exames, como a biópsia. Nunca é demais lembrar que ir ao médico é a única forma de prevenir o desenvolvimento da doença.

Já o tratamento depende de alguns fatores do paciente, como estado de saúde e estágio da doença. Se for um tumor de baixa agressividade, o acompanhamento médico é suficiente, com intervenções periódicas em caso de progressão.

FONTE: INCA