Ostomia tem sido eficaz para salvar a vida de centenas de pessoas

Ostomia tem sido eficaz para salvar a vida de centenas de pessoas

A ostomia, procedimento cirúrgico, tem sido eficaz para salvar a vida de centenas de pessoas.

Uma pessoa ostomizada é aquela que passou por uma intervenção cirúrgica para fazer no corpo uma abertura, ou um caminho alternativo, que torne possível a comunicação com o meio exterior.

A cirurgia de ostomia tem ajudado a salvar vidas e melhorado a saúde de milhares de pessoas.

A ostomia é feita para auxiliar na respiração, alimentação e para a saída de fezes ou urina.

Ostomia

Devido às suas características, este ostoma não poderá ser controlado voluntariamente.

Isso faz com que pessoas ostomizadas utilizem um dispositivo, geralmente uma bolsa, que permite recolher o conteúdo a ser eliminado através do ostoma.

As ostomias se dividem em:

– Colostomia – ostoma intestinal que faz a comunicação do cólon com o exterior;
– Ileostomia – ostoma intestinal que faz a comunicação do intestino delgado, com o exterior;
– Urostomia – cria um trajeto alternativo para a saída da urina;
– Gastrostomia – proporciona uma ligação direta entre o estômago e o meio exterior, impedindo que os alimentos fluam pela via normal;
– Traqueostomia – é feita uma abertura na traqueia e colocada uma cânula para passagem de ar.

Todas podem ser permanentes ou temporárias, dependendo da avaliação de cada paciente.

O paciente ostomizado precisa ter consciência de que apenas o médico poderá avaliar cada caso e determinar se é possível, ou não, realizar a reconstrução do trânsito intestinal.

Ostoma

O ostoma normal é vermelho ou rosa vivo brilhante, e úmido.

A pele ao seu redor deve estar lisa, sem vermelhidão, coceiras, feridas ou dor.

É importante observar o ostoma com regularidade e caso não esteja normal, procurar atendimento especializado.

Pessoas com ostomizadas devem deixar a pele ao redor do ostoma, sempre que possível, tomar cinco minutos de sol, logo pela manhã, nos dias de troca de bolsa.

É preciso cobrir o ostoma com gaze ou tecido limpo.

Passado o período de adaptação, a pessoa ostomizada pode levar uma vida normal.

Basta respeitar alguns pontos fundamentais para conseguir a segurança que necessitam.

Em geral, as razões para se criar um ostoma são: perfurações acidentais no abdômen, além de câncer no reto, intestino grosso e bexiga.

Em casos que a bexiga é removida, a urina é desviada para um ostoma.

O desvio da urina também é necessário em pacientes com ferimentos ou anormalidades congênitas que impedem a bexiga de funcionar normalmente.

Fontes – sites: Portal da Saúde (Ministério da Saúde); Associação Brasileira de Ostomizados (Abraso); e Associação Paranaense dos Ostomizados

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