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Sexo na terceira idade é saudável, promove bem-estar e não deve ser um tabu

Manter uma vida sexual na terceira idade é natural e saudável.

Algumas pessoas podem achar que não é tão simples assim pois é comum que, com o passar dos anos, existam mudanças naturais no corpo, mas isso não significa que a intimidade deva diminuir.

Para ultrapassar a barreira dos 60 anos com uma vida sexual saudável é preciso comunicação aberta com o parceiro, busca de suporte médico quando necessário e se adaptar as novas necessidades do seu corpo.

Ter boa saúde emocional também colabora muito para que o sexo na terceira idade seja prazeroso e frequente.

Profissionais de saúde e terapeutas sexuais podem fornecer apoio e orientação específicos para as necessidades individuais, colaborando para uma vida sexual de qualidade, na terceira idade.

 

É normal ter desejo sexual na terceira idade?

Sim, muitas pessoas que estão na terceira idade mantêm o desejo sexual, naturalmente.

É um equívoco pensar que a vontade de fazer sexo diminui automaticamente com o passar dos anos.

No entanto, é importante reconhecer que o desejo sexual pode variar de uma pessoa para outra, e nem todos que estão na terceira idade têm o mesmo nível de interesse.

Alguns fatores que podem influenciar o desejo sexual em idosos incluem:

  • condições médicas crônicas, efeitos colaterais de medicamentos e alterações hormonais;
  • problemas como ansiedade, depressão ou estresse;
  • a qualidade do relacionamento, sendo positivo quando eles são emocionalmente íntimos, pois isso está associado a uma vida sexual mais ativa; e
  • as atitudes que se tem em relação à sexualidade na sociedade e na cultura.

Se uma pessoa, ou casal, que está na terceira idade, enfrenta preocupações específicas relacionadas ao desejo sexual, é indicado procurar orientação de um profissional de saúde, para uma orientação personalizada.

 

Como manter uma vida sexual ativa na terceira idade?

Existem alguns fatores, inclusive comportamentais, que ajudam muito a manter uma rotina de sexo, seguro e prazeroso, na terceira idade.

Fique atento aos seguintes fatores:

  • comunicação aberta com o parceiro, discutindo desejos, necessidades, preocupações e expectativas;
  • praticar atividades físicas regulares, que melhora a saúde cardiovascular, flexibilidade e a energia, aspectos importantes para uma vida sexual ativa;
  • gerenciar o estresse, manter uma boa saúde mental e buscar apoio quando necessário pode melhorar a disposição para a intimidade;
  • entender e aceitar as mudanças físicas associadas ao envelhecimento, adaptando-se às necessidades do seu corpo e buscando novas formas de prazer que se alinhem a essas mudanças;
  • experimentar novas formas de carinho, carícias e proximidade emocional, que pode fortalecer a conexão íntima;
  • ter uma atitude positiva em relação à sexualidade, enxergando-a como uma parte natural e saudável da vida;
  • manter uma rotina de exames, cuidando de condições médicas e consultando um profissional de saúde para discutir qualquer preocupação relacionada à saúde sexual; e
  • lembrar-se que cada pessoa é única, e é importante respeitar os próprios limites e os limites do parceiro.

 

Novos parceiros na terceira idade

A capacidade de encontrar um novo parceiro sexual quando se está na terceira idade, é um desafio tão grande quanto o de manter uma rotina de sexo com um cônjuge de muitos anos.

Os quem estão em busca de novos relacionamentos precisam estar disponíveis e dispostos a construírem algo novo, sabendo que muitas concessões sempre precisam ser feitas.

E para conhecer gente nova é necessário participar de atividades sociais, ou mesmo recorrer a aplicativos de relacionamentos.

Existem crenças culturais e religiosas que podem impactar a maneira de lidar com a vida sexual.

Além de experiências passadas de trauma, como abuso sexual, ou doenças que afetam a saúde mental.

Busque informação confiável, fale com amigos que estão vivendo a mesma fase que você e conte com o auxílio de profissionais especializados em questões sexuais.

Também é interessante entender que as prioridades pessoais são diferentes e devem ser respeitadas.

Algumas pessoas, seja da terceira idade ou não, podem estar mais focadas em outros aspectos da vida, que não o sexo, e viver muito bem com suas escolhas.

 

Mulheres e homens podem contar com o auxílio da medicina

A medicina pode desempenhar um papel importante na promoção da saúde sexual de mulheres e homens que, já ultrapassaram os 60 anos e, estão vivenciando a terceira idade.

Existem várias abordagens médicas que podem ser consideradas, veja quais as mais comuns.

Mulheres:

  • A terapia hormonal pode ser recomendada para mulheres na pós-menopausa, para aliviar sintomas como secura vaginal, coceira e dor durante o sexo. Isso pode ser administrado por meio de cremes, anéis vaginais, adesivos ou pílulas.
  • Em casos de secura vaginal, o uso de lubrificantes e hidratantes vaginais pode ser sugerido para melhorar o conforto durante a atividade sexual.
  • Consultas regulares com um ginecologista podem ajudar a monitorar a saúde reprodutiva e sexual, além de abordar quaisquer preocupações específicas.

 

Homens:

  • Medicamentos como os inibidores da fosfodiesterase tipo 5 são frequentemente prescritos para tratar a disfunção erétil. Eles aumentam o fluxo sanguíneo para o pênis, facilitando a obtenção e a manutenção da ereção.
  • Em alguns casos, a terapia de reposição hormonal pode ser considerada, especialmente se houver uma deficiência significativa de testosterona.
  • Como a saúde cardiovascular está diretamente relacionada à função erétil, a medicina pode ajudar na avaliação e tratamento de fatores de risco cardiovascular.
  • Em casos de disfunção erétil que não respondem aos medicamentos orais, dispositivos de vácuo, injeções penianas, ou até mesmo implantes de dispositivos penianos podem ser considerados para auxiliar na obtenção de uma ereção.
  • Medicamentos, técnicas comportamentais ou aconselhamento podem ser utilizados para tratar problemas relacionados ao controle ejaculatório.
  • Consultas regulares com um urologista podem ajudar na monitorização da saúde urológica e na abordagem de quaisquer preocupações específicas.

 

Mulheres e Homens:

Independente do gênero é importante:

  • Tratar condições médicas crônicas, como diabetes, hipertensão e doenças cardíacas, pois isso pode ajudar a melhorar a saúde geral, incluindo a saúde sexual.
  • Problemas de sono podem afetar negativamente a saúde sexual. Quem tem dificuldades para dormir deve buscar ajuda.
  • Se a saúde sexual for afetada por questões emocionais ou psicológicas, a terapia psicológica ou psiquiátrica pode ser recomendada.
  • Ter informações sobre saúde sexual e mudanças relacionadas à idade pode ajudar as pessoas a compreenderem e lidarem melhor com sua sexualidade.

 

Lembre-se que, apenas um profissional habilitado poderá fazer uma investigação rigorosa de cada caso e indicar o melhor tratamento.

Fale com um médico da sua confiança e, jamais, tome qualquer medicação sem a orientação do seu médico, mesmo que seja algum produto considerado natural.

Cuide da sua saúde e tenha uma vida sexual saudável e feliz na terceira idade.

 

Fontes:  Informa SUS; Uol; Telavita; Veja; Terra; Portal Drauzio Varella; e Progepe.

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