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Câncer de próstata: um preconceito que ainda mata

Há alguns anos, o Brasil começou a enxergar seu próprio atraso em relação a outros países quando o assunto era preconceito. E na esfera da saúde, esse preconceito pode custar a vida e causar doenças. Entre os tipos de tabus que precisam ser erradicados está o receio de se fazer o exame que detecta o câncer de próstata, o toque retal.

 

A doença é a segunda do tipo que mais mata homens no país, atrás apenas do câncer de pulmão. Segundo o Ministério da Saúde, em 2021, foram 16.055 vidas masculinas perdidas por conta do câncer de próstata, o que dá uma média de 44 mortes diárias. Para aumentar a conscientização da ala masculina sobre doença, o mês de novembro é inteiro dedicado à campanha #NovembroAzul.

 

A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que a partir dos 50 anos, os homens visitem regularmente o médico urologista. Homens negros, com histórico familiar da doença, obesos ou sedentários devem realizar exames preventivos mais cedo, a partir de 45 anos, pois têm mais chances de desenvolverem o câncer de próstata.

 

Descoberto em estágio inicial e tendo o tratamento adequado, o câncer de próstata possui até 90% de chances de cura.

 

Fonte: Ministério da Saúde e INCA