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Outubro Rosa: conscientização do câncer de mama deve ser feita o ano todo

Todos os anos, no mesmo de outubro, a cor rosa invade as mídias em campanhas de TV, jornais, revistas e internet, cartazes e iluminação de prédios públicos.

A cor rosa está ligada à sensibilidade, à doçura, à feminilidade, mas domina o mês de outubro com a intenção de conscientizar. O objetivo da campanha a grande maioria de homens e mulheres conhece, já que ela é feita desde 1990 e foi amplamente difundida em muitos países do mundo e com bastante força no Brasil, para compartilhar informações sobre a doença.

E uma informação importante de se saber sobre o câncer de mama é que, no Brasil, ele representa quase 21% de todos os cânceres que atingem mulheres, segundo informações do INCA – Instituto Nacional do Câncer (inca.gov.br). É o segundo tipo de câncer que mais acomete as brasileiras.

Conscientização do câncer de mama

Outro número, também segundo o INCA, traz um certo alívio: cerca de 30% dos casos podem ser evitados quando a mulher tem hábitos associados ao menor risco de desenvolver a doença. Alimentação saudável, exercícios físicos e manutenção do peso corporal são alguns deles. A amamentação também é considerada um fator protetor.

Apesar de diminuir os riscos, nem sempre é possível evitar a doença, já que o desenvolvimento do câncer de mama pode ter diversas causas, como envelhecimento e histórico familiar.

Quando descoberto no início, o tratamento pode ter melhores resultados e, em muitos casos, a cura. Por isso é preciso se atentar a qualquer alteração detectada no autoexame da mama.
Nódulos, mesmo que pequenos precisam ser investigados por exames médicos.

Além de ficarem atentas ao próprio corpo, mulheres com idade acima de 50 anos devem fazer exames clínicos periodicamente, no mínimo a cada 2 anos. A mamografia pode identificar a doença antes mesmo de qualquer sintoma.

Fonte: INCA