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Doenças de inverno: como se proteger!

Doenças de inverno: como se proteger!

Todo ano é a mesma coisa. É só chegar o finzinho de maio, início de junho e já é possível notar que o clima fica diferente. Principalmente na região Sudeste do país, que inclui o interior do estado de São Paulo, a mudança climática pode afetar bastante a saúde de muitas pessoas. É a época do popular efeito cebola, aquele em que se sai de casa agasalhado pela manhã, para se proteger do frio e, conforme as horas passam, a temperatura sobe e no fim do dia estamos vestidos como se fosse verão. É a chamada amplitude térmica, que nada mais é que a diferença entre o que os termômetros marcam de mínima e máxima temperatura num determinado período. Essa variação, aliada às chuvas mais escassas, que diminuem a umidade do ar e aumentam as partículas de poeira suspensas, são as responsáveis por grande parte do desconforto respiratório que muitas pessoas apresentam no inverno.

Entre os problemas mais comuns dessa época estão as gripes, resfriados, sinusites e amigdalites. Quem já tem doenças respiratórias crônicas, como asma ou bronquite, precisa redobrar os cuidados.

Todos são igualmente importantes, portanto seria difícil fazer uma escala dos que podem ser mais ou menos eficientes, além do mais é preciso avaliar características de cada pessoa, levando em consideração suas condições físicas e o nível do problema de saúde que se tem.

Os cuidados são os mesmos aconselhados pelos médicos e valem para a grande maioria das pessoas, tenham algum problema de saúde ou não. Vamos a alguns deles:

– A limpeza e hidratação do nariz é um deles. O soro fisiológico pode ser um grande aliado para isso porque ajuda a manter a mucosa nasal lubrificada, o que pode dificultar a ação de vírus e bactérias. E também é um produto que pode se levar na bolsa, deixar no carro ou até mesmo dentro do bolso, já que é possível encontrar o soro fisiológico em frascos menores.

– Outro cuidado bastante recomendado é o de evitar aglomerações. Nas épocas mais frias do ano, as pessoas costumam ficar por mais tempo em locais com portas e janelas fechadas. Isso impede a circulação de ar e ajuda a espalhar doenças, caso alguém esteja infectado.

– Com a pandemia, aprendemos que lavar com frequência as mãos é uma atitude muito eficiente para evitar contaminações.

– Desde o tempo de nossos avós, ouvíamos falar da toalha molhada pendurada na janela do quarto na hora de dormir. Hoje em dia é relativamente fácil encontrar umidificadores elétricos, mas a dica da toalha úmida também é eficiente. Ficar em um ambiente arejado e com boa umidade diminuem consideravelmente as chances do aparecimento de doenças respiratórias.

– Nosso corpo também precisa estar sempre bem hidratado. A desidratação pode provocar disfunções que dificultam o trabalho das defesas do nosso organismo. Assim como o soro fisiológico, tenha sempre perto uma garrafa com água para nunca se esquecer que é necessário beber, no mínimo, 2 litros diariamente.

– Em casos de sintomas respiratórios leves ou moderados, é importante procurar atendimento médico o mais rapidamente possível para iniciar o tratamento adequado.

Fonte: Ministério da Saúde