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Esclerose múltipla, uma doença que dá sinais

A esclerose múltipla é uma doença autoimune, ou seja, as próprias células de defesa do organismo atacam o sistema nervoso central.

Ela começa com uma inflamação crônica, onde a membrana que envolve neurônios responsáveis pela condução de impulsos elétricos do cérebro, medula espinhal e nervo ótico, é destruída. Essa membrana é chamada de “bainha de mielina” e é como um fio elétrico, com a parte condutora envolvida por uma capa plástica. A membrana é a capa e, caso esteja danificada, pode atrapalhar a condução da eletricidade e evitar que ela chegue até o aparelho que irá fazer funcionar.

Adultos jovens são os mais acometidos

Estima-se que o mundo tenha mais de 2 milhões de pessoas vítimas da EM. No Brasil, são cerca de 35 mil, segundo estudos, que também mostram que a cada quatro pessoas afetadas, três são mulheres.

A idade também pode ser uma surpresa, já que a maioria dos pacientes acometidos pela doença tem entre 20 e 40 anos. Os sintomas mais citados são a perda muscular, visão turva, além de falta de controle intestinal e da bexiga e depressão.

Esclerose múltipla e diagnóstico precoce

Uma intervenção terapêutica no início da descoberta da Esclerose Múltipla pode garantir uma melhor qualidade de vida ao paciente por muito tempo. É importante ficar atento ao aparecimento de sintomas característicos, já que eles vêm em forma de surto-remissão, quando aparecem e desaparecem de forma total, ou parcial, fazendo com que muitos não deem a atenção devida.

#AGOSTOLARANJA

Dia 30 de agosto a Esclerose Múltipla tem seu dia de conscientização lembrado para que organizações, sistemas de saúde e apoiadores trabalhem a causa. Conhecer a doença pode diminuir preconceitos e fazer com que a pessoa procure tratamento o mais rapidamente possível.

FONTE: Ministério da Saúde