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Os riscos da exposição ao sol sem cuidados

OS RISCOS DA EXPOSIÇÃO AO SOL SEM CUIDADOS

 

O verão começa este mês e, com ele, altíssimas temperaturas, dias mais longos e noites mais curtas. É a época em que os brasileiros se expõem com mais frequência ao sol, vão mais à praia, às piscinas e clubes.

No Brasil, não apenas no verão, mas praticamente em todas as estações, o sol é um convite à exposição do corpo, o que pode ser um risco sem proteção, pois o mesmo sol que traz benefícios para a nossa saúde, pode causar danos a ela.

Para tentar conscientizar as pessoas que ainda não sabem desse risco, a Sociedade Brasileira de Dermatologia deu ao mês do início do verão a cor laranja para chamar a atenção principalmente sobre o câncer de pele. Segundo a SBD, a doença é responsável por 33% dos diagnósticos da doença no país e o motivo principal é justamente a exposição ao sol sem os devidos cuidados.

As pessoas de pele clara, com sardas, cabelos claros e ruivos fazem parte do grupo com maior risco de adquirir o câncer de pele, além das que possuem histórico familiar com a doença. Mas para todos, independentemente da idade ou tom de pele, a proteção é essencial.

Para isso seguem algumas dicas que os médicos recomendam:

– Usar chapéus, camisetas, óculos escuros e protetores solares.

– Cobrir as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas.

– Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16 horas (horário de verão).

– Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.

– Usar filtro solar diariamente, e não somente em horários de lazer ou diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo.  Reaplicar o protetor a cada duas horas ou menos, nas atividades ao ar livre. Ao usar o produto no dia a dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço.

– Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas.

– Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses.

– Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo.

Importante lembrar que, no Brasil, estabelecimentos que oferecem bronzeamento artificial com fins estéticos estão atuando de forma irregular, já que a prática é proibida. Portanto, antes de pensar num tom bronzeado para a pele, pense nas consequências futuras que o excesso de exposição ao sol pode causar.

Os riscos da exposição ao sol sem cuidados

Fonte: https://www.sbd.org.br/dezembroLaranja